Este conteúdo está disponível para usuários cadastrados.
Você pode se cadastrar e fazer login gratuitamente para acessar todo o conteúdo da 3tres3.com.

X
XLinkedinWhatsAppTelegramTelegram
0

Grande Oeste de SC concentra 70% do abate de suínos em cadeia produtiva bilionária

Com 18,4 milhões de animais processados no último ano, setor alia tecnificação nas granjas e status sanitário de excelência para acessar os mercados globais mais exigentes

8 Abril 2026
X
XLinkedinWhatsAppTelegramTelegram
0

O Grande Oeste de Santa Catarina concentrou quase 70% do abate estadual de suínos em 2025, sustentando uma cadeia produtiva que movimenta bilhões de reais na economia. Segundo dados consolidados pelo Observatório Agro Catarinense e pela Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina), três regiões foram responsáveis pelo abate de 12,9 milhões de animais no período. O domínio produtivo ocorre por meio da modernização contínua das granjas e é impulsionado pelo elevado padrão sanitário catarinense, que facilita o acesso a exigentes mercados internacionais.

No total, o estado abateu 18,4 milhões de suínos no último ano, consolidando um crescimento de 2,7% na produção. A liderança regional no volume de abates ficou dividida entre três áreas principais: o Meio-Oeste (5,88 milhões), o Extremo-Oeste (4,31 milhões) e o próprio Oeste (2,79 milhões).

Quando o levantamento observa o recorte por microrregiões do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Concórdia aparece na primeira posição, com 4,1 milhões de animais processados. Em seguida, estão Joaçaba (3,9 milhões), Chapecó (3,5 milhões), São Miguel do Oeste (2,2 milhões) e Rio do Sul (1,1 milhão).

Apesar do aumento no volume de carne produzida, o número de produtores em atividade caiu de forma acentuada. O mercado catarinense passou de 6.666 suinocultores ativos para 3.653 no comparativo recente da pesquisa.

O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, indica que essa redução de propriedades acompanha um movimento de tecnificação. Segundo Lorenzi, as granjas remanescentes recebem cada vez mais investimentos em alta tecnologia e genética avançada. Esse aporte elevou a produtividade das matrizes (fêmeas reprodutoras), superando as médias antigas do setor, que eram de 10 leitões por parto e 26 animais desmamados por ano.

07 de abril de 2026/ ACCS/ Brasil.
https://accs.org.br

Comentários ao artigo

Este espaço não é um local de consultas aos autores dos artigos, mas sim um local de discussão aberto a todos os usuários da 3tres3.
Insira um novo comentário

Para realizar comentários é necessário ser um usuário cadastrado da 3tres3 e fazer login:

Você não está inscrito na lista A web em 3 minutos

Um resumo semanal das novidades da 3tres3.com.br

Faça seu login e inscreva-se na lista