A produção de suínos para abate no Rio Grande do Sul voltou a apresentar crescimento em 2025, consolidando a importância da atividade para a economia gaúcha. De acordo com o relatório anual de abates tradicionalmente elaborado pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), com base nos dados oficiais da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), o Estado registrou 11.755.478 suínos abatidos ao longo de 2025, um aumento de 3,57% em relação a 2024, quando foram contabilizados 11.350.733 animais.


Entre os dez municípios com maior volume de produção em 2025 também figuram Rondinha (223.730), Pinhal (212.317), Três Passos (203.920), Santo Cristo (202.686) e Boa Vista do Buricá (198.938), evidenciando a forte concentração da suinocultura nas regiões Norte, Médio Alto Uruguai e Celeiro.
Crescimento sustentado e mudanças no ranking
O desempenho de 2025 reforça a tendência de recuperação e expansão observada no setor nos últimos anos. Além do crescimento no volume total abatido, houve alteração significativa no ranking dos principais municípios produtores, com a retomada da liderança por Palmitinho e a manutenção de Rodeio Bonito entre os destaques estaduais.
Para o presidente da ACSURS, Valdecir Luis Folador, o resultado reflete investimentos contínuos em genética, manejo e biosseguridade, além da forte organização da cadeia produtiva no Rio Grande do Sul.
Inspeção e destino da produção
Em 2025, os abates sob Serviço de Inspeção Federal (SIF) representaram a maior parcela da produção, com 8.941.943 suínos, crescimento de 3,57% em relação a 2024. Já os abates sob inspeção municipal (SIM) apresentaram aumento expressivo, enquanto o volume sob inspeção estadual (Dipoa/Cispoa) teve retração no comparativo anual.
Somando os suínos produzidos no RS e os procedentes de outros estados, mas abatidos em território gaúcho, o total chegou a 11.953.929 animais em 2025.
Importância para o desenvolvimento regional
Folador ressalta que a suinocultura segue sendo um dos pilares do desenvolvimento regional, especialmente em municípios de pequeno e médio porte, onde gera emprego, renda e arrecadação. O crescimento dos abates em 2025 confirma a competitividade da atividade e a capacidade do setor em responder às demandas do mercado.
Clique aqui e acesse o material completo!
13 de fevereiro de 2026/ ACSURS/ Brasil.
https://acsurs.com.br


