
Mapa habilita mais 90 empresas para exportar milho para a China
O número de empresas brasileiras habilitadas para exportar milho ao país asiático sobe para 446.

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O número de empresas brasileiras habilitadas para exportar milho ao país asiático sobe para 446.

O Brasil colheu apenas 23% das 152,88 milhões de toneladas previstas para a temporada 2022/23.

Com a abertura da comercialização do grão para a China, desde novembro do ano passado, país se tornou maior comprador da commodity e fez valor de exportação ultrapassar os 145 milhões de dólares e o volume de meio milhão de toneladas.

No Estado a expectativa é de que a área destinada ao milho 2ª safra 2022/2023 seja de 2,32 milhões de hectares, 5,4% maior que o ciclo passado.

As negociações no spot nacional seguem pontuais, e os preços do grão são estáveis.

Estado ocupa quarto lugar da produção de grãos do país. Principais produtos são soja e milho, com destaque para o milho safrinha.

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A nova projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), sinaliza um incremento de 38,2 milhões de toneladas em relação à temporada anterior.

Atentos a este cenário e a pontuais problemas logísticos, vendedores limitam a disponibilidade de lotes, enquanto outros elevam os valores pedidos.

A demanda cresce à medida que a população e a renda per capita também aumentam, levando a maior consumo de proteínas animais.

A expectativa do setor é de aumento na oferta de milho no spot nacional.

A queda nos preços do grão se deve também à desvalorização do dólar e à fraca demanda de indústrias brasileiras.

Mas a previsão continua superior aos dois últimos ciclos e, dependendo do próprio comportamento do clima, pode ser uma das maiores da história.


A baixa liquidez nas vendas de carne suína tem pressionado os valores do animal vivo nesta segunda quinzena de janeiro.

O elevado ritmo de vendas se repete neste início de ano. Apenas nos 15 primeiros dias úteis de janeiro, os embarques já chegam a 4,2 milhões de toneladas.

Os contratos futuros da soja subiram na semana passada, influenciados pela firme demanda externa e pelas condições climáticas desfavoráveis às lavouras na Argentina.

A previsão para a produção de milho é novamente menor devido a novas quedas nas safras dos Estados Unidos, Argentina e Brasil. Na soja, destaque para a redução de 4 milhões de toneladas na safra argentina devido à estiagem que afeta a produtividade da cultura.

No cenário externo, o Paraná exportou em 2022 um total de 2,5 milhões de toneladas de milho, alta de mais de 370% quando comparado a 202.

A pressão ocorreu devido à queda do dólar, que limitou a paridade de exportação.


A produção de grãos na safra 2022/23 no país está estimada em 310,9 milhões de toneladas.

Mesmo com o consumo doméstico também recorde, é de se esperar excedente elevado do grão.

O estado poderá colher neste ano mais de 13 milhões de toneladas da oleaginosa, isso representaria um novo recorde em produção estadual.

Produção de carne em uma década deve chegar a 2,96 milhões de toneladas de carne.

Acentuam-se as quedas de produção de milho na Ucrânia e na União Europeia. As estimativas para as exportações argentinas de soja aumentam consideravelmente.

A Bielorrússia permitirá, sem restrições, o trânsito de grãos da Ucrânia por seu território.


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