
Abates de suínos no RS crescem 3,57% em 2025 e Palmitinho assume a liderança estadual
O desempenho de 2025 reforça a tendência de recuperação e expansão observada no setor nos últimos anos.


O desempenho de 2025 reforça a tendência de recuperação e expansão observada no setor nos últimos anos.

Setor alcançou 28,58 milhões de trabalhadores no período.

O Governo da Generalitat mantém a estratégia inicial, mas solicitou apoio extraordinário ao Estado para ampliar os recursos destinados às ações de controle na nova área afetada.

A suinocultura brasileira encerrou 2025 com crescimento significativo na produção e nas exportações, que novamente bateram recordes, reafirmando mais uma vez sua importante posição no mercado internacional de carne suína.

Espera-se uma tendência de alta na produção total e nas exportações de carne suína no período de 2027 a 2035.

A escassez de carne suína atinge a África do Sul após surtos de doenças desencadearem o abate sanitário e limitarem o acesso ao abate, elevando os preços e apertando as perspectivas de oferta para 2026.

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ASUMAS reforça a importância da qualificação técnica, do avanço no licenciamento ambiental, para fortalecer a cadeia produtiva em Mato Grosso do Sul.

Dos 7 novos casos confirmados, um está localizado no município de Sant Feliu de Llobregat, que passa a integrar a zona de alto risco. Por outro lado, está em andamento o trabalho com a Comissão Europeia para transformar a atual Zona infectada em Zonas I e II.

Os países acordaram novos acessos comerciais e fortalecerão a pesquisa agropecuária conjunta.

Este último relatório mostra uma retomada na produção mundial de milho, com Estados Unidos, China e Argentina liderando os aumentos, enquanto Brasil e União Europeia registram recuos. As exportações globais se expandem de forma significativa, lideradas pelos Estados Unidos, e a demanda internacional cresce impulsionada por México, União Europeia, Vietnã e por um aumento expressivo das compras da China.
No caso da soja, o cenário é mais estável: o Brasil consolida sua liderança com maiores colheitas e exportações, enquanto os Estados Unidos reduzem a produção e as vendas externas. A demanda internacional se mantém firme, com a China como principal compradora, e os estoques globais apresentam uma leve recuperação.

Molins de Rei e El Papiol foram incluídos na zona infectada de alto risco após a detecção de dois novos javalis positivos no primeiro município.

Na terça-feira, os deputados do Parlamento Europeu aprovaram salvaguardas adicionais para evitar prejuízos ao setor agrícola europeu após a liberalização comercial com os países do Mercosul.



Os incentivos abrangem serviços essenciais para a implantação, ampliação e modernização das granjas.

O aumento do consumo per capita de carnes no país foi impulsionado principalmente pela carne suína, que registrou o maior crescimento interanual e consolidou seu posicionamento na mesa dos argentinos.

O status permitiu um o avanço recente sobre o mercado peruano e o Estado agora trabalha para conquistar espaços nos Estados Unidos e Canadá.

A queda refletiu principalmente a redução dos preços internacionais da carne suína.

Os preços mundiais do trigo permaneceram, de modo geral, estáveis em janeiro, enquanto os preços do milho continuaram em queda e os preços da cevada apresentaram aumento moderado.

Resultados em volume e receita são recordes para o período nas duas proteínas.


A pressão sobre as cotações veio sobretudo do desaquecimento das demandas interna e externa.

As reduções já eram esperadas e fazem parte de um movimento cíclico do mercado, especialmente em função das férias coletivas adotadas por grandes frigoríficos no fim do ano, o que reduz o ritmo de abates

Presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, destaca que valores atuais ainda superam o início de 2025, celebra a posição do Brasil como 3º maior exportador mundial e prevê estabilidade nos custos de produção.

As exportações de carne suína dos Estados Unidos permaneceram relativamente fortes em novembro, mas ficaram abaixo do volume elevado registrado em novembro de 2024.

A desvalorização do grão esteve associada às expectativas de oferta recorde no Brasil, à fraca demanda doméstica e à valorização do Real frente ao dólar.

A liquidez esteve baixa no período, tendo em vista que compradores priorizaram o consumo de estoques negociados antecipadamente e realizaram aquisições apenas de forma pontual.

