O Índice de Preços da Carne da FAO teve média de 126,2 pontos em fevereiro, alta de 1,0 ponto (0,8%) em relação ao valor revisado de janeiro e 9,4 pontos (8,0%) acima do nível registrado há um ano. O aumento foi impulsionado principalmente pelos preços mais altos da carne bovina e ovina no mercado mundial, enquanto as cotações da carne de aves e suína registraram apenas leves aumentos.
Os preços da carne ovina atingiram um novo recorde histórico, sustentados pela oferta limitada para exportação da Oceania – principal origem das exportações globais, em meio a uma demanda global estável.

As cotações da carne bovina também aumentaram, apoiadas pelo forte interesse de compra da China e dos Estados Unidos, que sustentou os preços de exportação nos principais países fornecedores, especialmente Austrália e Brasil.
Os preços da carne suína tiveram leve alta no mês. As cotações mais elevadas nos Estados Unidos, refletindo uma demanda internacional firme, foram parcialmente compensadas por preços de exportação mais baixos no Brasil devido à ampla oferta. Na União Europeia, os preços se estabilizaram, uma vez que os atrasos no abate relacionados aos feriados anteriores, que contribuíram para uma forte queda no mês anterior, foram em grande parte resolvidos.

Os preços da carne de aves aumentaram marginalmente, com uma demanda de importação firme em vários mercados sendo parcialmente contrabalançada pela ampla oferta em países produtores importantes, limitando a pressão de alta sobre os preços.
06 de março de 2026/ FAO.
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