
Abate de suínos no 2º trimestre de 2022 é o maior desde 1997
No 2º trimestre de 2022, foram abatidas 14,07 milhões de cabeças de suínos, com alta de 7,2% ante ao mesmo período de 2021 e de 3,0% frente ao 1° trimestre de 2022.

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No 2º trimestre de 2022, foram abatidas 14,07 milhões de cabeças de suínos, com alta de 7,2% ante ao mesmo período de 2021 e de 3,0% frente ao 1° trimestre de 2022.

Na temporada passada, foram registradas altas temperaturas e estiagem durante o desenvolvimento das culturas de primeira safra e afetaram negativamente o desempenho das lavouras.

A República da Coreia reconhece as rigorosas medidas de regionalização tomadas pela UE para combater os surtos de Peste Suína Africana.

Os valores do complexo soja caíram no mercado brasileiro na semana passada, a pressão veio dos recuos externos da oleaginosa.

O índice de preços da carne da FAO caiu mês a mês, enquanto as cotações de preços da carne suína subiram devido à contínua baixa oferta de suínos prontos para abate.

Atividades envolvendo a semeadura da temporada de verão 2022/23 têm sido favorecidas pelo clima.

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Salames, linguiças e outros derivados de suínos vinham da Rússia, onde há focos da PSA, doença viral, sem cura. Foram impedidos de ingressar no Brasil pela ação de auditores fiscais federais agropecuários.

A carne suína será liberada das reservas do governo para garantir o abastecimento para os próximos festivais.

Painéis aconteceram no estado do Mato Grosso.

As vendas aquecidas e as consequentes valorizações do suíno vivo ao longo da primeira quinzena de agosto superaram os recuos dos preços observados na segunda metade do mês.

Os ministros dos dois países reafirmaram o interesse de reforçar a cooperação e manifestaram preocupação sobre a insegurança alimentar a nível global.

O Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural exigiu a suspensão da vacinação contra PSA após a morte de suínos.



O Senar Mato Grosso do Sul fornece uma capacitação que orienta os produtores a se prevenirem de forma adequada.

A alta externa, o prêmio de exportação elevado e a retração de produtores em comercializar o remanescente da safra 2021/22 no Brasil fizeram com que os preços da soja reagissem na semana passada.

No mês de julho houve valorização de 6,12% no preço do quilo do suíno vivo quando comparado ao mês anterior, e sinaliza um cenário otimista para a segunda metade do ano.

Cenário aponta menor ritmo de crescimento devido aos insumos mais caros e varejo resiliente.

Produtores brasileiros se afastaram do spot nacional, elevando os preços internos do grão.

O abate e a produção de suínos continuam aumentando apesar da queda nas exportações. Nesse sentido, a demanda doméstica segue forte e se reflete no aumento considerável do consumo.



As cotações do suíno vivo estão em alta neste mês devido à melhora nas vendas da carne, o que resultou em aumento na procura de animais para abate.

Alguns produtores falaram de sobras de animais na granja e mesmo que tiveram suas vendas fechadas conforme a programação, comentaram que não foi aquecido como em outras semanas.

O resultado das primeiras projeções de grãos para a safra 2022/23 é impulsionado pelo bom desempenho dos mercados de milho e soja.

A tendência para 2023 é de um aumento na ordem de 6,7% nos abates que não deve se converter totalmente em aumento na produção da proteína.

A queda nas transações internacionais se deve à menor demanda da China, que deve importar quase 10% abaixo da safra passada e o menor volume das últimas três temporadas.

As altas nas cotações do grão acabaram sendo limitadas pela maior oferta da segunda safra.


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