
Argentina: 2022 foi um ano recorde para a produção de suínos
O abate de suínos aumentou 2,4%, enquanto a produção de carne aumentou 3,9% em 2022 em relação a 2021.

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O abate de suínos aumentou 2,4%, enquanto a produção de carne aumentou 3,9% em 2022 em relação a 2021.

A valorização do suíno vivo está atrelada a um discreto aquecimento na demanda pelo animal por parte da indústria.

As exportações espanholas de carne suína e preparados suínos diminuíram mais de 7% neste primeiro trimestre.

A pesquisadora é a primeira mulher a assumir a presidência da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Na última semana, os Indicadores da soja ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registram os menores patamares nominais desde agosto de 2020.

As exportações canadenses de produtos de carne bovina, suína e de aves agora são elegíveis para exportação para a Guatemala.

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Os infográficos trazem informações comparativas entre 1970 e 2020 em quesitos como consumo per capita de cada alimento, posição brasileira nas exportações (colocação e participação no mercado), evolução da conversão alimentar dos animais, preços ao consumidor e o poder de compra do salário mínimo.

Entre os destaques, os dados atualizados do Deral confirmam que a produção de soja será recorde.

Com a maior produção, a disponibilidade per capita também cresce, atingindo 96 quilos por habitante no ano.

O crescimento econômico mais fraco está começando a afetar o consumo global de carne suína.

Os valores de comercialização da carne suína seguem registrando quedas em abril – trata-se do segundo mês consecutivo de baixa.

Os produtores de ambos os países estão se esforçando para serem lucrativos, já que o consumo de carne suína tende a diminuir.



Os resultados mensais refletem um aumento sustentado na produção de carne suína até agora neste ano.

As importações chinesas de carne suína e miúdos entre janeiro e março são maiores em relação ao mesmo período do ano anterior.

O preço do suíno vivo negociado no mercado independente tem recuado de forma expressiva.

O setor deve ganhar ainda mais destaque no estado e no país, com a implementação de projetos para vários elos da cadeia.

Apesar da queda, a carne suína continua sendo o principal produto cárneo exportado pela União Européia.

Será a primeira unidade produtora de sêmen suíno no Centro-Oeste e uma das maiores do país.



Nos primeiros três meses de 2023, a produção de carne suína da China totalizou 15,9 milhões de toneladas.

Durante o 1º trimestre, o estado exportou 150,2 mil toneladas de carne suína, com receitas de US$ 362,7 milhões, altas de 11,2% e 25,3%, respectivamente, em relação às do mesmo período de 2022.

Apesar da retração mensal, os valores do animal e da proteína ficaram acima dos registrados em março de 2022.

No caso do ICPSuíno, a maior influência foi a redução no item nutrição, com -5,05% de variação e um peso de 77,51% na composição do custo total.

Em seu último relatório “Livestock and Poultry: World Markets and Trade” publicado em 11 de abril, o USDA recalculou suas estimativas para 2023, prevendo quedas na produção global de carne suína e no comércio internacional.

Como esperado, a entidade fez novos cortes no volume de produção estimado para as safras argentinas, enquanto, para os demais países, não houve mudanças significativas. No relatório do próximo dia 12 de maio, conheceremos as primeiras projeções para a campanha 2023/24.

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