
Alemanha: reorganização da produção de suínos
A diminuição do número de animais abatidos e o consumo de carne suína na Alemanha obrigam a Danish Crown a mudar o seu foco no mercado.

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A diminuição do número de animais abatidos e o consumo de carne suína na Alemanha obrigam a Danish Crown a mudar o seu foco no mercado.

Em seu último relatório "Livestock and Poultry: World Markets and Trade" em 12 de janeiro, o USDA recalcula os números finais de 2022 e suas estimativas para 2023, prevendo um aumento na produção mundial de carne suína para este ano graças ao aumento da demanda doméstica da China.

O elevado ritmo de vendas se repete neste início de ano. Apenas nos 15 primeiros dias úteis de janeiro, os embarques já chegam a 4,2 milhões de toneladas.

Os contratos futuros da soja subiram na semana passada, influenciados pela firme demanda externa e pelas condições climáticas desfavoráveis às lavouras na Argentina.

Com um rebanho em constante evolução em produção, uso de tecnologias e inovação, Mato Grosso do Sul caminha para se transformar em um Estado multiproteína animal com selo de Carbono Neutro.

A previsão para a produção de milho é novamente menor devido a novas quedas nas safras dos Estados Unidos, Argentina e Brasil. Na soja, destaque para a redução de 4 milhões de toneladas na safra argentina devido à estiagem que afeta a produtividade da cultura.

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A China produziu 55,41 milhões de toneladas de carne suína em 2022.

No cenário externo, o Paraná exportou em 2022 um total de 2,5 milhões de toneladas de milho, alta de mais de 370% quando comparado a 202.

O movimento de baixa dos preços das proteínas suína e bovina está menos intenso que o observado para a frango.

Nesta primeira atualização das projeções para a região, as estimativas de produção e exportação para o Brasil foram aumentadas, enquanto para o México o volume de importações foi novamente ajustado para baixo. Para os demais países informados não houve mudanças.

Durante o ano passado, as importações chinesas de carne suína diminuíram 53%.

A pressão ocorreu devido à queda do dólar, que limitou a paridade de exportação.



Santa Catarina alcançou em 2022 o melhor índice de exportações de suínos desde o início da série histórica da Epagri/Cepa.

De carne suína, foram 119.802 toneladas exportadas em 2022, e 123.266 toneladas em 2021, uma queda de 2,8%.

Com a proximidade das festas de fim de ano em dezembro, os preços do suíno vivo e da carcaça reagiram.

Nos últimos anos, assistimos a uma diminuição das exportações para a Alemanha e a um aumento de leitões destinados a Espanha.

A produção de grãos na safra 2022/23 no país está estimada em 310,9 milhões de toneladas.

Os preços dos cereais foram 18% mais altos em média em 2022, empurrando o índice médio anual de preços da FAO para um novo recorde.



O ICPSuíno, chegou a uma nova pontuação recorde, de 461,90 pontos.

A enfraquecida demanda doméstica por carne suína tem pressionado as cotações do vivo e da proteína.

A produção espanhola de carne suína nos primeiros nove meses de 2022 ficou quase 1,78% abaixo do mesmo período do ano anterior.

A média anual do Índice de Preços da Carne da FAO em 2022 como um todo foi a mais alta em mais de trinta anos.

O estado poderá colher neste ano mais de 13 milhões de toneladas da oleaginosa, isso representaria um novo recorde em produção estadual.

Da mesma forma, o número de granjas de suínos diminuiu 43% em dez anos.

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