
Exportações de carne suína dos EUA continuam com tendência de alta em setembro
Exportações dos Estados Unidos para o México nos três primeiros trimestres do ano seguem em ritmo recorde.

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Exportações dos Estados Unidos para o México nos três primeiros trimestres do ano seguem em ritmo recorde.

O Índice de Preços da Carne da FAO caiu pelo quarto mês consecutivo.

Primeiro levantamento da Conab para o próximo ano agrícola prevê 8,5% de aumento em comparação com o período anterior, chegando a 18,2 milhões de toneladas.

No começo de outubro, a demanda aquecida pela carne no mercado atacadista e a maior procura por lotes por parte de frigoríficos aumentaram a busca por novos lotes.

Os salários reais mais baixos devem impactar negativamente o consumo de proteínas no quarto trimestre de 2022 e no primeiro semestre de 2023.

A Rússia decidiu no final da semana passada suspender sua participação na "Iniciativa de Grãos do Mar Negro", obstruindo assim a exportação de grãos pelo Mar Negro.

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Foi publicado o Decreto que regulamenta os incentivos previstos no MS Renovável.

Produtores voltaram a limitar a oferta de milho, atentos aos preços praticados nos portos.

As importações chinesas de carne de suína e miúdos mantêm-se em valores bem inferiores aos do mesmo período do ano anterior.

A proteína suinícola perde competitividade à medida que seu preço médio se distancia do de frango e se aproxima do da carne bovina.

A proposta é ter uma unidade para produção de leitoas para reposição e outra para produzir um milhão de leitões por ano.

Produtores estão com atenções voltadas à semeadura da temporada 2022/23 e evitam negociar o excedente da safra 2021/22.



De janeiro a setembro, a China produziu 5,9% mais carne suína do que no mesmo período do ano passado.

De acordo com as projeções do USDA para a região, em 2023 haverá um aumento geral na produção de carne suína, além de um aumento considerável nas exportações do Brasil, México e Chile. Por sua vez, as importações e o consumo aparente cresceriam a taxas que não ultrapassariam 2%.

Em relação ao relatório de setembro, destacam-se os novos cortes nas projeções de produção e exportações dos Estados Unidos para milho e soja, enquanto, para a América Latina, estimam-se aumentos para a oleaginosa nesses dois indicadores.

Estimam-se aumentos consideráveis nos estoques do México e do Brasil, bem como um crescimento de 2,5% no estoque de matrizes reprodutoras chinesas.

A média de negociação do suíno nesta parcial de outubro ainda está inferior à registrada em setembro.

O forte crescimento das exportações brasileiras foi impulsionado pela alta dos preços internacionais, bem como pela queda na produção mundial do cereal.



Os preços da soja voltaram a subir no mercado interno na semana passada.

O aumento da demanda externa está atrelado principalmente às preocupações com a escalada no conflito entre Rússia e Ucrânia e também à colheita nos Estados Unidos.

As Cadecs são comissões responsáveis por balizar a relação contratual entre agroindústria e produtor, segundo prevê a Lei de Integração.

A elevação no ICP Suíno foi influenciada pela nutrição, que aumentou 2,69% no mês e acumula 9,60% no ano.

Entre janeiro e setembro, as vendas externas somaram US$ 122,07 bilhões.

Com poucas condições para o agricultor entrar com as máquinas nas áreas de produção, o plantio da soja e do milho evolui de forma mais lenta no Estado.

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