
Preço do milho segue em queda
A baixa no preço do grão é influenciada por estimativas indicando safras volumosas principalmente no Brasil e nos Estados Unidos.

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A baixa no preço do grão é influenciada por estimativas indicando safras volumosas principalmente no Brasil e nos Estados Unidos.

Esta nova extensão permitirá que as exportações de grãos ucranianos continuem.

Para este novo ciclo, a entidade prevê um aumento significativo na produção, comércio internacional e estoques finais globais. Isso seria sustentado pelo aumento da produção nos Estados Unidos e no Brasil, bem como pela recuperação dos níveis de safra na Argentina e na União Europeia. Da mesma forma, o aumento das importações de milho e soja pela China seria um elemento-chave na dinâmica do mercado mundial dessas matérias-primas.

Esse contexto mantém em queda os preços do milho na maior parte das regiões.

Produtores brasileiros estão mais otimistas com a produção, sobretudo devido às condições climáticas favoráveis.

Na última semana, os Indicadores da soja ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registram os menores patamares nominais desde agosto de 2020.

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Os preços do milho seguem em queda em praticamente todas as regiões, voltando a operar nos patamares nominais observados em 2020.

Entre os destaques, os dados atualizados do Deral confirmam que a produção de soja será recorde.

Os preços do milho seguem em queda no Brasil, com desvalorizações ainda mais expressivas registradas nos últimos dias.

O bom desempenho é explicado não só pelo aumento de área, como também pela melhoria da produtividade. No entanto, o resultado consolidado ainda depende do comportamento climático, fator preponderante para o desenvolvimento das culturas de 2ª e 3ª safras.

A produtividade e a qualidade da safra 2022/23 estão excelentes na maior parte do país.

O objetivo de garantir o auxílio aos pequenos criadores afetados pela estiagem no Rio Grande do Sul.


O Estado deve se tornar o terceiro maior produtor entre todas as unidades federativas.

O preço do milho fechou março em baixa.

Paraná deve produzir 22,18 milhões de toneladas de soja em uma área de 5,76 milhões de hectares. O volume é 82% superior ao do ciclo 2021/2022.

O ritmo das vendas de soja esteve reduzido nos últimos meses.

Este cenário de baixa se deve principalmente à redução da demanda interna.

Da mesma forma, a colheita da soja segue atrasada, com 60% da área colhida até esta semana.



Compradores se mantêm afastados das aquisições no mercado à espera de melhores oportunidades para negociar.

A Rússia oferece um prolongamento de apenas 60 dias para a "Iniciativa de Grãos do Mar Negro", em vez dos 120 dias dos acordos anteriores.

Apesar das chuvas, que ainda mantêm o volume de colheitas aquém das expectativas iniciais, houve avanço na última semana.

Em 17 de março, expira o atual acordo da "Iniciativa de Grãos do Mar Negro", que permitiu a exportação de grãos da Ucrânia até o momento.

Já na Argentina, novos ajustes negativos nas estimativas levaram à redução na produção mundial.

Se confirmado, o volume de soja a ser colhido nesta temporada é 20,6% superior ao registrado no ciclo anterior, o que aponta uma recuperação na produtividade das lavouras que foram atingidas pelas condições climáticas adversas no período de 2021/22.


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