
Exportações de carne suína dos EUA apresentam tendência de queda em janeiro
As exportações de carne suína ficaram abaixo dos grandes totais de janeiro passado, apesar de outro desempenho excelente no México e na América Central.

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As exportações de carne suína ficaram abaixo dos grandes totais de janeiro passado, apesar de outro desempenho excelente no México e na América Central.

Isso ocorre após os EUA imporem uma tarifa adicional de 10% sobre produtos importados da China.

Compradores brasileiros seguem ativos, mas com dificuldades em adquirir novos lotes, tendo em vista que esbarram na baixa disponibilidade e nos maiores valores pedidos por vendedores.

Um estudo atualizado quantifica os retornos que as exportações de carne bovina e suína trouxeram aos produtores de milho e soja dos EUA.

Nem mesmo a forte redução no valor dos produtos suinícolas na última semana de fevereiro, impediu o aumento do preço médio pago pela carne.

Os aumentos se devem à maior presença de compradores no mercado spot, a dificuldades logísticas e aos baixos estoques domésticos.

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Se os Estados Unidos continuarem a impor tarifas ao Canadá, o governo pretende impor medidas retaliatórias adicionais que poderão afetar o setor suíno.

Apesar do ligeiro aumento do volume de produção, as exportações cresceram perto de 10%, o que poderá explicar, em parte, a diminuição do consumo aparente.

Espanha atingiu um novo máximo na importação de leitões dos Países Baixos em 2024.

Em São Paulo, a firme demanda da indústria tem sustentado as cotações.

O impulso vem da menor disponibilidade do cereal no spot nacional e do maior interesse de compradores.

Em novembro de 2024, a Alemanha tinha 21,3 milhões de suínos (+0,3% x. 2023). O número de granjas caiu 3,2%, para 15,7 mil.



A decisão reflete o nível de confiança internacional no sistema de controle sanitário brasileiro.

Em comparação com o relatório de janeiro, foram feitos cortes significativos nas colheitas de milho da América do Sul, bem como nas exportações do Brasil e da Ucrânia, o que estaria relacionado com a queda nas importações chinesas do grão. Em relação à soja, foi novamente projetada uma redução na colheita e nos estoques finais em nível global, o que seria devido à menor produção na Argentina.

Aurora aumentará sua capacidade de abate de suínos em São Gabriel do Oeste.

A investigação antidumping sobre as importações de carne suína da União Europeia está em andamento.

Janeiro consolidou uma produção superior a 60 mil toneladas, o valor mais elevado registado para o mesmo mês nos anos anteriores.

Dados da Epagri/Cepa apontam que os resultados de janeiro de 2025 são os melhores para o período desde o início da série histórica, em 1997, tanto em quantidade quanto em receita.



Além da oferta reduzida de animais em peso ideal abate, as demandas interna e sobretudo externa têm reforçado o movimento de alta nas cotações do suíno vivo no mercado independente.

Com os resultados do ano passado, a suinocultura colombiana subiu para a quarta posição no ranking dos produtores de carne suína da América Latina.

A ração destacou-se como o principal componente de custo, com um aumento de +1,3% no mês e +5,9% no acumulado dos últimos doze meses, atingindo uma participação de 72,8% no custo total de produção.

Produtores seguem voltados à colheita da safra verão.

O ligeiro aumento da produção, aliado ao aumento significativo do volume das importações e à diminuição das exportações, sugerem uma recuperação do consumo aparente, que mais do que regressou aos níveis de 2022.

A Nigéria é o maior produtor de carne suína da África, com uma produção anual de mais de 303.000 toneladas métricas.

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