
Desempenho das exportações brasileiras de soja e milho em 2023/24 e tendência para 2024/25
O Brasil, maior exportador global de soja, viu redução no volume exportado em 2024 em comparação aos recordes de 2023.

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O Brasil, maior exportador global de soja, viu redução no volume exportado em 2024 em comparação aos recordes de 2023.

E os maiores preços do setor, atrelados à desvalorização dos principais insumos da suinocultura, como o milho e o farelo de soja, permitiram que suinocultores ampliassem suas margens.

As exportações para a China tiveram a maior redução, explicada em particular pelas reduções nas exportações de carne suína.

O Conselho da UE define os principais objetivos da PAC, incluindo a sustentabilidade, a simplificação administrativa e o apoio aos pequenos produtores.

Além da queda no número de animais abatidos, ficou evidente uma diminuição nos pesos médios da carne suína no último mês de registro.

Agora que a China está entre os três principais compradores de produtos russos suínos, até ao final do ano, os fornecimentos poderão aproximar-se das 50 mil toneladas e as exportações totais de carne suína russa poderão atingir as 300 mil toneladas;

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Até agora, em 2024, a taxa de crescimento acumulada da produção de carne suína é superior à da carne bovina, mas inferior à da carne de aves.

A Comissão Europeia lançou oficialmente o Conselho Europeu para a Agricultura e a Alimentação (EBAF), dando assim seguimento a uma das recomendações do relatório final do Diálogo Estratégico sobre o Futuro da Agricultura.

Ressalta-se que essa baixa interrompe uma sequência de altas nos preços que vinha sendo observada desde maio deste ano.

Os preços globais do trigo, cevada, sorgo e arroz caíram em novembro, enquanto os preços do milho permaneceram estáveis.

As exportações de carne suína dos EUA aumentaram em relação ao ano anterior em outubro, de acordo com dados divulgados pelo USDA e compilados pela Federação de Exportação de Carne dos EUA (USMEF), bem posicionadas para estabelecer recordes anuais de volume e valor em 2024.

A Comissão Europeia divulgou seu último relatório de perspectivas agrícolas da UE, que apresenta as projeções de mercado para a agricultura da UE até 2035.



Na comparação com o relatório de novembro, foram estimadas maiores exportações de milho para os Estados Unidos, o que explicaria, em parte, a diminuição dos estoques finais do grão. Em relação à soja, projeta-se um ligeiro aumento na colheita global e um aumento significativo na produção na Argentina.

A competitividade da carne suína frente à bovina atingiu, em novembro, o maior patamar desde junho/23.

Esse cenário de altas acentuadas observado ao longo de novembro foi resultado de uma união de fatores.

Produtores passaram a disponibilizar lotes extras, com receio de novas quedas de preços no curto prazo, o que acarretou em descompasso entre oferta e demanda.

O declínio foi principalmente aos menores preços internacionais da carne suína.

O acordo UE-Mercosul elimina mais de 90% das tarifas, mas enfrenta desafios relacionados com preocupações agrícolas e ambientais.



As novas regras de desmatamento da UE são adiadas até 2025, dando às empresas mais tempo para se adaptarem e manterem os objetivos ambientais.

Espera-se que a contração na produção na China, juntamente com declínios marginais na Tailândia e no Canadá, compense o crescimento em outras importantes regiões produtoras.

A produção suína somou 9,5 milhões de cabeças no ano, com 3,2 milhões de suínos abatidos no segundo trimestre e 3,1 milhões no primeiro.

O consumo de carne suína duplicou em 12 anos, atingindo os 17 kg per capita em 2024. Este crescimento reflete a mudança dos hábitos alimentares e o impulso para uma produção próspera que posiciona a proteína suína como uma opção cada vez mais valorizada.

As cotações praticadas no setor suinícola brasileiro caíram nos últimos dias, interrompendo o movimento de alta observado desde a segunda quinzena de agosto.

A recente abertura agrega produtos especialmente valorizados em mercados asiáticos ao comércio entre os países.

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