
Carne suína impulsiona exportações de Santa Catarina
Faturamento com exportações de Santa Catarina foi o maior para um mês de outubro desde o início da série histórica.

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Faturamento com exportações de Santa Catarina foi o maior para um mês de outubro desde o início da série histórica.

Valores acima apenas do volume de junho de 2025.

Até esta habilitação, o Suriname não importava carne suína do Brasil.

Ao contrário da tendência de queda observada nos últimos quatro meses, as importações de carne suína registraram um aumento mensal de 33% em setembro.

Os Estados Unidos chegam a um acordo com a China sobre relações econômicas e comerciais.

As altas de preços só não foram mais intensas porque parte dos consumidores utiliza estoques em detrimento de realizar novas aquisições.

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Os contratos para embarque em 2026 retornaram a patamares negativos, movimento que não era observado desde julho deste ano.

De acordo com o relatório trimestral de suínos do Rabobank, o número global de matrizes deve diminuir em 2026, à medida que os desafios relacionados ao comércio e à saúde permanecem.

A França e o Japão concluíram, em 29 de outubro de 2025, um acordo de regionalização relativo à peste suína africana (PPA).

O desempenho representa um alívio após anos de dificuldades, com margem positiva sobre os custos de produção.

Demanda doméstica enfraquecida e maior competitividade das carnes concorrentes pressionam preços.

Por meio da Resolução 810 e elaborado em conjunto com o setor privado, o SENASA estabeleceu um marco normativo contra o vírus que afeta a produção suína.



O preço médio da carne suína importada no período analisado foi 18,1% superior ao registrado no mesmo período de 2024.

Durante missão oficial ao Sudeste Asiático, o governo se reuniu com autoridades da Malásia e abriu caminho para novos avanços nas exportações brasileiras, incluindo o setor de carne suína.

O mercado de soja voltou a se mover com força e trouxe novas perspectivas para o agronegócio brasileiro.

Apesar da queda no poder de compra frente ao milho em outubro, o desempenho segue acima da média.

Nesta semana, o Comissário de Agricultura e Alimentação, Christophe Hansen, estará em São Paulo, Brasil, acompanhado de uma delegação de empresas agroalimentares da União Europeia, com o objetivo de promover produtos europeus e aproveitar novas oportunidades de exportação.

As partes interessadas foram convidadas a enviar materiais e participar, enquanto a China avança com sua revisão antidumping sobre a carne suína europeia.



O suporte vem sobretudo da retração de produtores, que seguem focados na semeadura da safra verão 2025/26.

O impulso veio sobretudo da retração de produtores para vendas envolvendo grandes volumes.

A produção e o abate de suínos registraram aumento em relação ao ano anterior.

Com uma produção média de soja e milho que, nos últimos cinco anos, ultrapassou 22 milhões de toneladas, Mato Grosso do Sul enfrenta atualmente um déficit de armazenagem superior a 11 milhões de toneladas.

Consumo per capita de carne de frango, carne suína e ovos segue em expansão e consolida protagonismo da produção nacional na oferta de alimentos acessíveis e nutritivos.

Cenário está diretamente ligado ao caso da gripe aviária registrado em maio em uma granja comercial no Rio Grande do Sul.

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