
Suinocultura Mundial: USDA - Plantel de matrizes reprodutoras 2023
Estimam-se aumentos consideráveis nos estoques do México e do Brasil, bem como um crescimento de 2,5% no estoque de matrizes reprodutoras chinesas.

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Estimam-se aumentos consideráveis nos estoques do México e do Brasil, bem como um crescimento de 2,5% no estoque de matrizes reprodutoras chinesas.

A média de negociação do suíno nesta parcial de outubro ainda está inferior à registrada em setembro.

O forte crescimento das exportações brasileiras foi impulsionado pela alta dos preços internacionais, bem como pela queda na produção mundial do cereal.

Os preços da soja voltaram a subir no mercado interno na semana passada.

O aumento da demanda externa está atrelado principalmente às preocupações com a escalada no conflito entre Rússia e Ucrânia e também à colheita nos Estados Unidos.

As Cadecs são comissões responsáveis por balizar a relação contratual entre agroindústria e produtor, segundo prevê a Lei de Integração.

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A elevação no ICP Suíno foi influenciada pela nutrição, que aumentou 2,69% no mês e acumula 9,60% no ano.

Entre janeiro e setembro, as vendas externas somaram US$ 122,07 bilhões.

Com poucas condições para o agricultor entrar com as máquinas nas áreas de produção, o plantio da soja e do milho evolui de forma mais lenta no Estado.

Oferta controlada de animais em peso ideal para abate e o aumento da procura de frigoríficos por novos lotes, têm impulsionado os valores.

Participação dos pecuaristas, de forma online ou presencial nos sindicatos rurais, é fundamental para coleta dos dados.

A procura pela carne no atacado se desaqueceu, tendo em vista a retração do poder de compra do consumidor final.



A desvalorização do dólar frente ao Real, estimativas indicando produção recorde no Brasil e o avanço da colheita nos Estados Unidos reforçaram o movimento de baixa das cotações.

As exportações de agosto de carne suína dos EUA superaram os totais do ano anterior pela primeira vez em 2022, de acordo com dados divulgados pelo USDA e compilados pela Federação de Exportação de Carne dos EUA.

O Índice de Preços da Carne da FAO caiu ligeiramente em setembro, mas os preços mundiais da carne suína aumentaram.

Toledo manteve a liderança como maior produtor de suínos do país.

O Índice de Preços de Cereais da FAO em setembro subiu 1,5% em relação a agosto e 11,2% em relação ao nível do ano anterior.

Os valores são influenciados pelas diferentes condições de oferta e demanda regionais.



Os elevados custos da alimentação e a PSA continuam a limitar o crescimento da produção de carne suína da UE.

Dos 73,8 milhões de suínos, 67,6 milhões são suínos de granja comercial, enquanto 6,15 milhões são para reprodução.

Negócios estão em ritmo lento.

Frigoríficos limitam a demanda por novos lotes de animais para abate, reforçando o cenário de baixa liquidez no mercado doméstico.

O preço de varejo da carne suína entrou em uma zona de alerta de aumento excessivo, de acordo com a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.

Os números foram apresentados durante a reunião anual do Grupo para Comparação dos Custos de Produção na Suinocultura (InterPIG).

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