
Semeadura da safra verão do milho começa a ganhar ritmo no BR
Até o dia 15 de setembro, a semeadura da safra 2024/25 de milho alcançou 12% da área nacional, contra 9,7% na semana anterior e 15% no mesmo período de 2023.

Um resumo semanal das novidades da 3tres3.com.br
Faça seu login e inscreva-se na lista

Até o dia 15 de setembro, a semeadura da safra 2024/25 de milho alcançou 12% da área nacional, contra 9,7% na semana anterior e 15% no mesmo período de 2023.

Nem mesmo as estimativas da Conab e do USDA apontando produções elevadas no Brasil e no mundo foram suficientes para conter as altas internas.

Quanto aos embarques, em agosto, somaram 6,06 milhões de toneladas do cereal, praticamente o dobro das 3,55 milhões escoadas em julho.

Além da maior demanda da China e da valorização externa, parte dos sojicultores domésticos segue resistente em negociar o remanescente da safra 2023/24.

Muitos produtores começam a elevar as cotações pedidas em novos negócios, enquanto outros comercializam apenas lotes para exportação.

Produtores voltaram a reduzir o volume de lotes ofertado no spot nacional, resultando em aumento nas cotações do cereal na maior parte das praças.

Bem vindo a 3tres3
Conecte-se, compartilhe e interaja com a maior comunidade de profissionais da suinocultura.
Já somos 203018 Usuários!
Cadastre-seJá é usuário?


A pressão vem da demanda interna enfraquecida, que mantém os negócios lentos.

As cotações da soja caíram na última semana.

Produção de oleaginosas na UE-27 para a colheita de 2023 e previsões para 2024.

As recentes elevações dos preços internacionais e da moeda norte-americana impulsionaram os preços domésticos do milho ao longo da última semana.

Segundo pesquisadores do Cepea, consumidores, de modo geral, priorizam o recebimento de milho negociado antecipadamente e/ou adquirem apenas lotes pontuais para o curto prazo – as compras estão reduzidas desde o início de julho.

Em comparação com o relatório anterior, estima-se uma maior produção e estoques finais globalmente, uma vez que há melhores perspectivas para a colheita dos EUA. No caso da soja, os indicadores permaneceram praticamente inalterados em relação ao relatório de junho.


A primeira atualização das estimativas das novas safras mundiais de milho e soja praticamente não apresentou variações em relação ao relatório anterior.

A pressão esteve atrelada à maior oferta da oleaginosa na América do Sul e ao bom ritmo de cultivo nos Estados Unidos.

O clima ao longo de maio não amenizou a situação das lavouras, especialmente as do Sul, Sudeste e de partes do Centro-Oeste.

De acordo com os dados coletados pela FEFAC, a produção industrial de compostos de ração na UE27 deve diminuir até 2024.

Este é o primeiro segmento regulado pela defesa agropecuária a atualizar sua legislação sanitária para prover à compatibilização com a Lei do autocontrole.

Hemoderivados são subprodutos da agroindústria utilizados como ingredientes em rações, para elevar o valor nutricional da dieta animal.



Para o milho, estima-se menor produção mundial devido à redução na colheita norte-americana, e também são esperadas quedas nas exportações do Brasil, Argentina e Ucrânia. Por outro lado, as perspectivas para a nova safra de soja são muito boas, com aumentos significativos na produção, no comércio internacional e nos estoques finais.

Em virtude dos ajustes de área e produtividade, neste levantamento, caso a condição de catástrofe climática não tivesse ocorrido no Rio Grande do Sul, a produção brasileira de soja, seria superior a 148,4 milhões de toneladas.

Os preços da soja seguem em alta no mercado brasileiro.

Os preços do milho seguem em queda no mercado brasileiro.

Entre janeiro e março deste ano 3.208.185 toneladas de soja saíram do porto paranaense com destino ao país asiático.

Compradores seguem retraídos, indicando ter estoques e na expectativa de que o bom andamento das safras possa manter as cotações em baixa no spot nacional.


Um resumo semanal das novidades da 3tres3.com.br
Faça seu login e inscreva-se na lista