
Importação brasileira de pelo suíno
Atualmente, todas as cerdas de suíno importadas pelo Brasil provêm da China, uma vez que não há conhecimento de empresas nacionais que processem esse material, conforme informado por empresa importadora

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Atualmente, todas as cerdas de suíno importadas pelo Brasil provêm da China, uma vez que não há conhecimento de empresas nacionais que processem esse material, conforme informado por empresa importadora

Santa Catarina foi responsável por 56,2% da quantidade e 58,1% das receitas das exportações brasileiras de carne suína, nos seis primeiros meses deste ano.

O número de granjas suinícolas diminuiu 3,4% em um ano e 42,2% na comparação de dez anos.

O suinocultor registra o melhor desempenho desde novembro de 2020, em termos reais.

Foi assinado o memorando de entendimento para exportação de matérias-primas, assistência técnica e transferência de tecnologia para fortalecer o setor agrícola, pecuário e agroindustrial.

A China continuou sendo o principal destino das exportações, apesar dos envios para o gigante asiático terem diminuído quase 16% face ao ano anterior.

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Embora se prevê que a produção global de carne de aves, bovinos e ovinos em 2024 irá expandir marginalmente, a produção de carne suína deverá diminuir.

Rabobank relata excesso de oferta no curto prazo em condições ideais de cultivo; demanda constante.

A produção total da UE registou ganhos marginais de 0,3% no primeiro trimestre em comparação com 2023, de acordo com a AHDB.

No entanto, o número de desmamados estava aumentando, contribuindo também para o incremento dos suínos comerciais.

A exportação desses produtos maximiza o aproveitamento dos animais abatidos e gera receitas adicionais para o setor, com agregação de valor.

As valorizações mais intensas do vivo no mercado independente nos últimos dias foram verificadas nas praças do Sul do País.



Em março deste ano, as autoridades filipinas reconheceram a equivalência de sistemas de inspeção sanitária, especificamente para as exportações brasileiras de carnes bovina, suína e aves.

A competitividade da carne suína caiu frente às concorrentes.

A elevada procura externa por produtos locais faz-se sentir no mercado interno. O panorama internacional apresenta oportunidades devido aos recursos e ao estado das lavouras, embora em breve o milho brasileiro entre plenamente na competição.

O suinocultor pôde comprar 3,2 quilos do derivado com a venda de um do vivo, 7,8% menos e a menor quantidade desde janeiro deste ano.

Observámos mudanças importantes na distribuição do plantel suíno na UE 27 entre 2013 e 2023. Países como a Espanha aumentaram significativamente a sua participação, enquanto outros, como a Alemanha, registaram reduções notáveis.

Os custos com rações e juros sobre o capital investido e de giro foram determinantes, com aumentos de +3,29% e +3,37%, respectivamente.



A primeira atualização das estimativas das novas safras mundiais de milho e soja praticamente não apresentou variações em relação ao relatório anterior.

A CE comunicou possíveis tarifas sobre veículos eléctricos chineses e há receios de retaliação por parte da China contra as importações de carne suína da UE.

Além do típico incremento da demanda em início de mês, o impulso foi reforçado pela semana do Dia das Mães.

As exportações de carne suína dos EUA em abril atingiram o maior volume e valor desde maio de 2021, de acordo com dados divulgados pelo USDA e compilados pela USMEF.

O impulso vem do bom desempenho das vendas.

Em 2023, a Coreia do Sul foi o oitavo maior destino das exportações de produtos agrícolas brasileiros, com valor total de mais de US$ 3,37 bilhões.

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