
A próxima década da produção global de suínos
O Panorama Agrícola da OCDE-FAO para 2021-2030 fornece uma visão global da produção e consumo de carne de suíno para os próximos dez anos.

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O Panorama Agrícola da OCDE-FAO para 2021-2030 fornece uma visão global da produção e consumo de carne de suíno para os próximos dez anos.

Conforme informado pelo Escritório Federal de Estatística (Destatis), o número de criações de suínos caiu 47% nos últimos dez anos.

Para 2020/21 se espera um mercado ajustado para as oleaginosas e uma queda nas existências de cereais abaixo dos níveis iniciais pela quarta temporada consecutiva.

O número de suínos nas granjas dos EUA caiu 2% em relação a junho de 2020.

A balança comercial de suínos voltou a ficar positiva em 2020 na Argentina, tanto em volume como em valor. O superávit comercial foi de US $ 4,03 milhões, enquanto em 2019 representou um déficit comercial de US $ 47,3 milhões.

O Portal reúne informações de mais de 200 bancos de dados de safras agrícolas, previsões de clima, crédito rural, além de informações sobre o setor pesqueiro e imagens georreferenciadas do meio rural brasileiro.

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Um alerta para uma queda excessiva nos preços da carne suína chamou a atenção dos produtores para ajustar seus planos e estabilizar a oferta.

A produção mundial de carne deve se expandir apesar dos muitos desafios enfrentados pelas cadeias de produção, enquanto o comércio global está caminhando para uma estagnação.

As autoridades chinesas divulgaram um plano de trabalho para melhorar o mecanismo de ajuste das reservas de carne suína como parte dos esforços para estabilizar o mercado, visto que tem ocorrido oscilações frequentes.

Embarques de suínos seguem positivos em 18,4%.

Os preços da soja têm oscilado com certa força neste final de maio. Já os valores do milho caíram nos últimos dias na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea.

O Nutrition Report 2021 destaca que na Alemanha o consumo de carne está diminuindo e o bem-estar animal está ganhando importância.



Inclusão de dois dos três maiores estados produtores na zona livre de aftosa sem vacinação deve abrir novas oportunidades para a suinocultura.

O comércio está concentrado na Ásia, que absorve 78% dos volumes comercializados, principalmente na China.

Maior produtor nacional de carne suína, Santa Catarina mantém crescimento nas exportações.

O USDA informou sobre a situação da produção de ração divulgada pelo governo chinês e pelos participantes da indústria que compareceram ou participaram da Exposição e Conferência da Indústria Alimentar da China de 2021.

Os dados são do relatório Estatística da Produção Pecuária, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As exportações brasileiras de carne suína (in natura e processada) alcançaram 351,8 mil toneladas.



O Ministério da Agricultura da China publicou seu "Relatório de Perspectivas para a Agricultura da China (2021-2030)" no final do mês passado.

A crise social que atingiu a Colômbia nas últimas semanas fez com que a produção de suínos, de cerca de 1.300 toneladas por dia, fosse cortada pela metade.

Setor amplia vendas para nações da Ásia, África e América.

Prevista para 2023, infraestrutura deve promover expansão comercial para o Pacífico de proteína animal e outros produtos.

O Reino Unido vai acelerar sua meta de redução de carbono, incluindo medidas como a redução do consumo de carne e laticínios.

A obra será na cidade de Assis Chateaubriand, no Paraná e terá terá capacidade para abater 15 mil animais diariamente.

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